Lula e Flávio Bolsonaro vão ao segundo turno. Enquanto isso, 23 governos foram definidos no primeiro turno e 54 cadeiras do Senado já mudaram o tabuleiro de Brasília.
Relatório reservado classifica como crítico o risco de influência dos Estados Unidos nas eleições. Alerta de inteligência exige atenção — e não autoriza transformar hipótese em fato consumado.
Atlas/Bloomberg e Futura/100% Cidades usam métodos diferentes, mas convergem no essencial: Lula e Flávio entram na reta final separados por distâncias pequenas demais para sustentar tranquilidade.
Por unanimidade, os sete ministros negaram o registro presidencial de Pablo Marçal. A campanha termina no TSE; o projeto político ainda tentará sobreviver à decisão.
Flávio aparece com 48,5% e Lula com 43,1% num eventual segundo turno. No primeiro, os dois estão tecnicamente empatados — e uma pesquisa isolada ainda não define tendência.
A comunicação do tribunal de 2 de setembro confirma seis registros. O quadro é datado: pendência não é rejeição, e esta nota não substitui uma consulta processual atualizada.
A nova rodada acrescenta outra fotografia à corrida presidencial: Cury aparece com 10%, enquanto Lula e Flávio permanecem tecnicamente empatados no confronto direto.
O TSE delimitou o enquadramento de conteúdos sintéticos e o contexto da propaganda eleitoral. A decisão não significa uma liberação geral de deepfakes na campanha.
A Real Time Big Data mantém Lula na liderança, registra empate de 44% com Flávio Bolsonaro no segundo turno e confirma Augusto Cury como o nome que mais se movimenta fora dos dois polos.
Lula e Flávio aparecem tecnicamente empatados nos dois turnos. Na segunda-feira, o TSE começa a analisar quem preenche as condições para permanecer oficialmente na disputa.
Horário eleitoral começa nesta sexta-feira, enquanto o Pardal ultrapassa 3,4 mil registros de possíveis irregularidades. A eleição ainda está aquecendo — e a fiscalização já pediu ventilador.
A nova BTG/Nexus mantém Lula na liderança do primeiro turno e coloca o segundo turno contra Flávio Bolsonaro em 46% a 45%. A disputa apertou; a margem de erro continua se recusando a declarar vencedor.
Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema ficaram fora do primeiro confronto televisionado. O debate aconteceu; o eleitor recebeu três respostas e três silêncios.
A lista nacional consultada reúne 13 candidaturas à Presidência. O pacote de propostas tinha 12 documentos. Onde falta arquivo, a BROOM não inventa programa por aproximação.
A propaganda gratuita vai de 28 de agosto a 1º de outubro. É a hora em que a campanha chega à TV, ao rádio e à pessoa que jurava ter escapado desligando as notificações.
Desde 16 de agosto, candidatos podem pedir voto oficialmente. A política, que já estava em toda parte, agora recebeu autorização para admitir que era campanha.
Lula oscilou um ponto para baixo, Flávio um para cima e a ansiedade nacional subiu muito mais. A nova rodada registra disputa apertada — não uma virada.